13.4.08


Um jovem rapaz sem dinheiro e com pinta de nerd (dos fofos) sonha em estudar Medicina em Harvard, mas não tem como bancar. Eis que ele é secretamente chamado pra participar de um pequeno grupo que conta cartas de blackjack em Las Vegas. E vai.
A partir daí, tudo o que você acha que pode acontecer em Quebrando a banca (21 - aliás, ótima escolha de nome pro português, diferentemente do filme ali embaixo) -menos morte, vai-, acontece. Sério, tudo. Sexo, brigas, deixar amigos de lado, mentira, roubos, diversão, animação pra geral num braço só. Até o final parece encaminhar-se pra tudo aquilo que já vimos nesse mundo da jogatina, mas, como é baseado em fatos reais, não vai. E só isso, pra mim, foi realmente bacana. Mas nada de impressionante, como acharam todas as pessoas numa sessão de pré-estréia do filme, ontem.
A impressão que eu tive ontem é a de que as pessoas estavam vendo um filme desse gênero pela primeira vez, porque tudo ali é coisa já vista, já contada antes. Nada de novo. Só o fato de ter realmente acontecido com alguém comum, amigo, como eeeu e vocêêê, só que gênio da matemática. E esse "alguém comum", chamado Jeff Ma, achou toda essa história pro escritor Ben Mezrich, que decidiu escrever um livro partilhando os fatos, também chamado Quebrando a banca (Bringin Down the House - oi, nome ótimo do livro em inglês). Lendo a sinopse no site da Siciliano, eu comprovo o pensamento que tenho desde que saí do cinema: as pessoas parecem não entender que só porque deu um bom livro não necessariamente dará um bom filme.
Tirado da tal sinopse: "No vinte-e-um, a banca pode ser vencida. Diferentemente de tudo o mais num cassino, esse é um jogo com memória. Tem um passado: as cartas que já saíram; e um futuro: as cartas que virão". Fica a lição de vida (dita por uma pessoa qualquer no filme): For me, past is history, and tomorrow, mistery. It's all about the mo.

Um comentário:

Renata Iannarelli disse...

MUITO JÓIA ESSE FILME. GOSTEI PACAS.
BESOS